Comida rápida e barata em Londres

A imprensa inglesa vem debatendo constantemente o problema da obesidade, que já é encarada no país como uma questão séria. Jamie Oliver faz de sua luta contra ela a sua bandeira, redes como McDonalds são tratadas como grandes inimigos da saúde, mas ninguém parece prestar muita atenção ao fato de que os londrinos almoçam sanduíches durante toda a semana.

Não trabalhamos em Londres durante nossa viagem, então não sei explicar as razões desse costume. É porque a comida é muito cara? É falta de tempo? A comida é ruim mesmo, então pra que se dar ao trabalho? Mas percebe-se na cidade que, em horário de almoço, os restaurantes que estão cheios são os que atraem os turistas. Enquanto isso, os ingleses que estão em pleno expediente vão se acotovelar nas geladeiras dos mercados e das redes de comida pronta.

A rede Pret a Manger é a mais popular. Oferece várias opções de sanduíches em pão de forma ou baguete, sopas, algumas saladas e frutas frescas a preços exorbitantes.

A comida fica à disposição do cliente, em geladeiras abertas. Os londrinos passam por elas correndo, pegam o almoço quase sem olhar (segundo pesquisa, um terço deles pega todo dia o mesmo lanche), pagam no caixa e somem na multidão. Para comer no local, geralmente pequeno e com poucas mesas, o lanche custa mais caro. A etiqueta na geladeira mostra os dois preços, não se deixe enganar.

Os lanches do Pret custam em torno de três libras e trazem, nas etiquetas, a quantidade de calorias. Eles parecem gostosos no começo e, pela praticidade e pelo preço honesto, você pode transformar em rotina o ato de comer ali. A promessa da rede é  oferecer somente produtos frescos e você se engana com aquele pouco de salada fingindo que está sendo saudável. Com o tempo, no entanto, você vai percebendo que tudo ali tem muita gordura, muita maionese, e a grande maioria deles têm, no fundo, o mesmo gosto.

Não vou mentir, mesmo depois de perceber tudo isso continuei comendo muito por lá. A baguete de queijo brie e tomate se tornou a favorita, por ser uma das poucas que não se afogava em maionese nem mostarda. As sopas, que deveriam ter durado apenas o inverno, continuaram a ser oferecidas pelo verão afora por causa das baixas temperaturas, e algumas delas eram bem saborosas.

Quase sempre perto de um Pret há um Eat. Trata-se de outra rede muito, muito parecida, mas um pouquinho mais cara. As opções de sanduíches são basicamente as mesmas com muita maionese, presunto, queijo cheddar, alface, atum, salmão, queijo brie com tomate. Mas aqui as coisas são um pouco mais caras, provavelmente só para pagar a decoração e iluminação mais caprichadas. A diferença no preço nunca me convenceu, então fui pouco.

Há sanduíches ainda mais baratos nos mercados. Tesco, Sainsbury’s e Marks & Spencer sempre têm, logo na entrada, as suas geladeiras de lanches “take away”.

Os cafés Nero, Starbucks e Costa também aproveitam o filão dos sanduíches do almoço. Vendem lanches em pão de forma, mas suas melhores opções são os paninis no ciabatta. No Nero, nossos favoritos eram o de mussarela, tomate e manjericão e o de almôndegas. No Costa, o de frango com pesto era o melhorzinho, mas em todos eles sobrava pão seco e faltava recheio. Mas a pior opção para almoço é, sem dúvida, os lanches do Starbucks. Não perca seu tempo ou seu dinheiro.

Esses três últimos, contudo, têm a desculpa de serem cafés. Em sua especialidade, o Nero foi, desde o início, o que mais nos agradou. Seus doces são deliciosos, especialmente os muffins (o de framboesa com chocolate branco e o de blueberry me arrancam suspiros saudosos de vez em quando). O cheesecake de chocolate amargo e chocolate branco também é uma lembrança boa e o shortbread de caramelo me salvou de uma larica imensa numa tarde fria.

Não sei explicar, mas lá o café feito no Starbucks é melhor do que o servido aqui no Brasil. E das guloseimas oferecidas na vitrine, o bolo de cenoura de lá foi o melhor que comi em toda a viagem.

Já o Costa, que diz ter o melhor café do país, decepciona em tudo, bebidas e comidinhas.

Infelizmente não tiramos foto de nenhum desses lugares, mas uma pesquisa rápida no Google mostra como eles são.

Comida de rua

Estou devendo há muito tempo um post sobre as deliciosas feiras de comida de rua de Londres, mas estava esperando o Uol publicar minha matéria sobre o assunto.

Aproveitando finzinho dos Olimpíadas, a matéria foi publicada na última sexta-feira. Pretendo escrever depois um post falando mais sobre elas, mas por enquanto segue um trechinho e o link para a matéria completa:

Barraca italiana no Real Fodd Market, em Londres

Barraca italiana no Real Fodd Market, em Londres

De brownies a embutidos, mercados de rua de Londres têm explosão de cores e sabores

Visitar uma feira de comida em Londres é uma das experiências mais divertidas, saborosas e baratas que se pode ter na capital inglesa. Nelas, o aspecto multicultural da cidade é ampliado e celebrado no encontro da culinária de países diversos.

Leia mais no Uol

Café Le Cordon Bleu

A escola de culinária Le Cordon Bleu abriu em Londres, no começo desse ano, o seu primeiro café. O pequeno espaço atrás da escola é o primeiro da Europa a oferecer os pães e doces preparados pelos professores dos badalados cursos de patisserie e boulangerie.

Café Le Cordon Bleu, em Londres

Café Le Cordon Bleu, em Londres

A escola tem localização central, bem próxima à Oxford Street e ao British Museum, na Bloomsbury Square. Ao chegar à praça é fácil encontrar a escola, identificada por uma grande bandeira, mas a entrada para o café é mais escondida. Ele é voltado para um pátio interno junto com outra meia dúzia de lojas e restaurantes e, para chegar até ele, é preciso entrar por um corredor ao lado da escola.

Talvez por ser tão escondido, ou talvez por ser ainda bastante novo, o café estava vazio. Era o meio da tarde de uma quinta-feira e apenas dois funcionários enrolavam por ali, sem ter o que fazer.

Torta de chocolate do Café Le Cordon Bleu

Torta de chocolate do Café Le Cordon Bleu

Quatro tipos de pães descansavam na prateleira presa à parede e uma pequena vitrine exibia croissants, pain au chocolate, pain au raisin, macarrons, fatias de bolo, tortas de chocolate e damasco e mais algumas poucas guloseimas. Tudo em quantidades mínimas (um ou dois de cada), mas com aparência impecável.

Peguei uma torta de chocolate e um macchiato. O café estava forte, muito mais encorpado do que o café que se bebe por aqui. E a torta era delicada, de massa leve e recheio não doce demais.

Queria ter provado mais alguma coisa, mas o almoço tinha sido pesado. Vou ter que voltar outro dia para experimentar um croissant.

Café Le Cordon Bleu

Café Le Cordon Bleu

Os preços não diferem muito de qualquer outro café da cidade. Cafés entre 2 e 3 libras, doces também nessa faixa de preço. Os pães e doces, como tudo aqui, são mais baratos se levados para casa.

Café Le Cordon Bleu
15 Bloomsbury Square
Metrô: Holborn

Pub crawl em London Bridge

Ainda não comentamos aqui, mas o verão finalmente chegou a Londres sem que a primavera tenha dado as caras. Depois de um abril chuvoso do início ao fim e do maio mais frio dos últimos 300 anos, a temperatura subiu, de um dia para o outro, de 13 para 26 graus. Os ingleses deliram.

Para comemorar, fomos beber.

Na sexta-feira passada, após o almoço no Borough Market, Marcelo Costa nos levou a um pub colado em uma das pontas da feira, no fim do Jubilee Market. De fachada roxa, o pequeno The Rake é dedicado a cervejas especiais, raras, artesanais. Ótimo para quem quer conhecer sabores novos. Mac comenta a holandesa dele no Scream & Yell.

No sábado, outro dia de sol de rachar, resolvemos arriscar e ir, às cegas, a algum pub à margem do Tâmisa mesmo sabendo que, depois de tanto calor, todo mundo teria a mesma ideia.

Decidimos conhecer o Anchor Bankside, por coincidência localizado atrás do Borough Market. O pub histórico, fundado na primeira metade do século 17, tem uma larga fachada voltada para o Tâmisa e um grande terraço forrado de mesas onde é possível beber olhando o rio. Seria delicioso, se o serviço não fosse tão ruim.

Chegamos quando o sol começava a se pôr, lá pelas 20h, e para nossa surpresa conseguimos uma mesa sem esforço. A brisa começava a esfriar o dia, o céu estava azul, as pessoas pareciam felizes, então eu sentei e o Tiago entrou para pegar bebidas. E demorou mais de 20 minutos para voltar. Quando conseguiu voltar com sua cerveja e minha cidra, o sol já tinha ido embora, o vento estava frio demais, o humor já era outro. Ao redor, muitos comentários sobre a imensa fila para conseguir uma cerveja.

Tentamos comer, para então descobrir que nada oferecido no cardápio estava disponível. Tinha um fish & chips ali pronto, se quisesse, e mais um ou outro prato de pub, sugeridos com a maior má vontade do mundo. Terminamos nossas bebidas e saímos de lá sem olhar para trás.

Na corrida contra o tempo para ainda tentar jantar (as cozinhas de 99% dos pubs fecham às 22h, inclusive aos sábados), fomos ao Barrowboy and Banker a alguns quarteirões dali. Um pub fechado, sem vista para o Tâmisa, e com ambiente mais familiar, mas com decoração interessante, repleta de detalhes antigos que dão graça ao lugar. Além disso, o serviço é bom e atencioso.

Sentamos em um sofá bastante confortável ao lado de uma janela com vista para a catedral de Southwark banhada pela luz da lua e comemos uma porção bem servida de nachos com uma cerveja bem gelada. Salvou a noite.

The Rake – 14 Winchester Walk, Southwark
Anchor Bankside – 34 Park Street, Southwark
Barrowboy and Banker – 6-8 Borough High Street, Southwark

* Pub crawl é um passeio por vários pubs, um após o outro, bebendo uma ou mais bebidas em cada um deles.

A melhor torta de Londres

Tortas são tão comuns nos cardápios e mercados de Londres que, depois de três meses na cidade, eu já tinha provado muitas, gostado de algumas, mas estava cansada. Cheguei a decretar que não comeria mais nenhuma até o fim da viagem.

Elas são todas bem parecidas: massa folhada (algumas mais, outras menos), recheio de carne, frango com bacon, frango com presunto, com os ingredientes sempre em pedaços grandes nadando em molho espesso (o “gravy”). Diferentes das tortas que comemos no Brasil, mas gostosas principalmente por causa do caldo, quase sempre delicioso.

Mas, nesse fim de semana, voltamos ao Borough Market, a gigante feira de comida de rua localizada perto do metrô London Bridge (prometo voltar a esse assunto num outro dia). Debaixo de um calor de mais ou menos 25 graus, não conseguia nem pensar em comer aqueles hambúrgueres, linguiças e peixes fritos que pareciam tão indigestos naquele calor tropical. No inferno daquele mercado absurdamente lotado, dei de cara com uma das poucas barracas sem fila, a das famosas tortas Pieminister.

Torta Pieminister

Embalagem da torta Pieminister, no Borough Market

Já tinha ouvido falar nas “tortas premiadas”, mas nunca tinha ficado frente a frente com elas. Ali, finalmente, pareceu a melhor opção para o momento. E realmente foi.

Pedi a Moo & Blue Pie, de carne com queijo stilton (um queijo azul de origem britânica), e a recebi em uma caixinha de papelão fechada com um garfo de madeira. Ela custou 3,95 libras.

Na descrição, a torta é a mesma, mas é na qualidade dos ingredientes que está a diferença. A carne é boa, os pedaços desmancham na boca e o queijo forte derretido no molho confere um sabor especial a todo o recheio. A massa que cobre a torta é fina e crocante, diferente de todas as outras que provei por aqui.

Torta Pieminister

Torta Pieminister, no Borough Market

A Pieminister não está só no Borough Market: ela pode ser encontrada em várias outras feiras, mercados, pubs e até festivais espalhados por toda a Inglaterra e ainda pode ser encomendada pela internet.

No site, há uma lista com todas as tortas disponíveis. Tem a boa e velha torta de rim, queijo de cabra com espinafre, carne de porco com alho-poró e maçã, cordeiro com menta. Pena que uma encomenda pelo site não deve chegar ao Brasil em boas condições.

Comprando comida em Londres

Com a recessão, o prazer de comer fora tem se tornado quase um luxo para os londrinos e, segundo matéria recente no “Evening Stardard”, a ida a restaurantes e pubs é uma das primeiras atividades cortadas para reduzir o orçamento. Para nós, que ganhamos em real, a conta dói ainda mais no bolso.

A saída fácil e óbvia é comer mais em casa. Para fazer as compras, Londres é dominada por duas grandes redes de mercados, Tesco e Sainsbury’s. Ambas têm poucas unidades grandes, apostando mesmo em dezenas de pequenos mercados espalhados por todos os bairros. No nosso, por exemplo, temos dois Tesco Express e um Sainsbury’s Local, todos abertos até as 23h. Eles não têm tantas opções e não resolvem todos os problemas, mas quebram o galho no dia a dia.

O Tesco é mais simples e barato, mas é no Sainsbury’s que as comidas prontas são mais gostosas e atraentes.

As duas redes apostam muito em promoções que realmente baixam os preços, então vale a pena ficar de olho até em itens que você não precisa imediatamente. Talvez os homens não gostem dessa ideia, mas é legal passar pelo mercado inteiro procurando as etiquetas em destaque mesmo se você foi lá só buscar um pão.

Há ainda a rede Poundland, onde tudo custa uma libra. Merece umas visitas. Lá é possível comprar produtos de limpeza, guloseimas de marcas conhecidas e itens para casa por menos.

E por último tem o delicioso Waitrose, mais caro de todos, mas cheio de coisinhas deliciosas. A padaria é uma tentação e eles têm uma variedade enorme de queijos. As comidas prontas, massas frescas, molhos, carnes, tudo é mais bonito e apetitoso. É difícil resistir, mas para ficar dentro do orçamento é melhor passar longe.

Comidas e produtos de limpeza comprados em Londres

Comidas e produtos de limpeza comprados em Londres

Se você é do tipo fiel às suas marcas preferidas, não deve ser difícil se virar aqui. As gigantes como Unilever,  Procter & Gamble e Nestle garantem que você encontre Ariel, Comfort, Pantene, Dove, Nescafe, Colgate e por aí vai.

Mas há alguns estranhamentos. Lustra-móveis, por exemplo, vem em spray. A maioria dos achocolatados são feitos para mistura em água quente, não leite. Pão de forma dura pouquíssimo tempo; é normal encontrar nas prateleiras pacotes de 800 gramas que vencem no dia seguinte.

Por isso, no início as suas idas ao mercado devem ser demoradas. Os ingleses vão se irritar porque você está embaçando na frente da prateleira, mas não se incomode. Se quiser, murmure um “sorry” e fica tudo bem.

Já conseguimos calcular quanto gastamos por semana em mercado, mas a nossa conta só vale para nós. Se quiser ter uma ideia de quanto os seus gostos e necessidades custarão por aqui, uma pesquisa rápida nos sites dos mercados acima pode ajudar.

Um dia em Oxford – Parte 2

Em um passeio rápido por Oxford é possível encontrar todas as mesmas redes de supermercado, café e fast food que existem em Londres vendendo os mesmos sanduíches e pizzas de sempre. Pelos pubs, os cardápios também se assemelham aos da capital com seus fish and chips, tortas e nachos.

Como o sábado que passamos em Oxford não tinha muitas pretensões gastronômicas, na hora do almoço resolvemos fazer como os ingleses: passamos em um mercado Tesco, compramos bebidas e sanduíches e fomos fazer um piquenique.

A temperatura beirava os 20 graus e tanto os locais quanto os turistas queriam aproveitar o sol. O ponto de encontro era o parque da faculdade Christ Church – o Christ Church Meadow. O grande espaço estava parcialmente aberto e era ocupado por famílias com bebês, casais e grupos de amigos. Achamos um pedaço vazio na grama e comemos por lá.

No fim da tarde, quando cansamos de andar pelas ruas e faculdades, resolvemos explorar outros tesouros arquitetônicos da cidade: os pubs.

Copos de Young's no pub King's Arms, em Oxford

Copos de Young's no pub King's Arms, em Oxford

Começamos pelo Lamb & Flag. Com teto baixíssimo, pairando de forma quase ameaçadora logo acima da cabeça, o pub se divide em vários ambientes e, por estar localizado alguns metros fora da rota dos turistas, parecia ter só frequentadores locais habituais.

Como decoração, brasões das faculdades ocupam toda a parede ao lado do balcão, fotos de grupos de estudantes de décadas passadas se espalham pelo resto do ambiente. A luz, moderada, vem de luminárias antigas que pendem das paredes. O clima é vintage e empoeirado. Era o pub favorito de Graham Greene, dizem.

Depois de um pint de Carling, fomos para o King’s Arms. Pub mais antigo da cidade, fundado no início do século 17, fica em uma das ruas principais e, por isso, estava apinhado de turistas.

Ao contrário do que se poderia imaginar, apesar de seus 300 anos o pub tem ares contemporâneos e é bastante amplo, com pé direito alto e janelas enormes que permitem que o ambiente seja bastante iluminado. Era por volta das 18h30 e o dia ainda estava bem claro lá fora.

Grandes lousas nas paredes anunciavam os clássicos pratos de pubs de forma atraente e algumas opções para vegetarianos. Nos balcões, o bar propagandeia uma boa variedade de cerveja Young’s, dona do local desde 1991.

Torta de carne no pub King's Arms, em Oxford

Torta de carne com legumes e chips à parte no pub King's Arms, em Oxford

Para comer, Tiago pediu um fish and chips (8,95 libras) e eu, a steak, ale & mushroom pie também com batatas fritas (não lembro o preço exato, mas foi perto das 9 libras também).  Nenhum dos dois pratos impressionou. O peixe ficou na média, as batatas não eram crocantes e a torta, apesar de assustar na chegada pelo tamanho exagerado (como você pode ver na foto), era quase oca. Carne de qualidade, massa leve (folhada, como todas as tortas daqui), mas nada excepcional.

Sem descanso, seguimos para o Bear Inn, que disputa com o King’s Arms o título de pub mais antigo da cidade. Ele fica escondido em uma ruazinha estreita e tem apenas dois ambientes de teto baixo e pouca luz. Menos de 30 pessoas deixavam o lugar completamente lotado, sem mesa vazia nem espaço no balcão. Com as pernas cansadas pedindo uma folga, só nos restou voltar à estação de trem e dar o dia por encerrado.

Lamb & Flag – 12 St Giles
King’s Arms – 40 Holywell St
Bear Inn – 6 Alfred Street